CLIMATE EMERGENCY AND VULNERABILITY
DOI:
https://doi.org/10.46901/revistadadpu.i21.p345-368Keywords:
Justiça climática, Estado de Direito Ambiental, Acordo de Escazú, Direito à não discriminação, Direitos de acessoAbstract
Climate change is affecting people all over the world, but the consequences of this problem fall more heavily on segments of the population in vulnerable situations, such as indigenous peoples, children, older persons, and persons with disabilities. In July 2022, the General Assembly of the United Nations adopted Resolution 76/300, recognizing that a clean, healthy, and sustainable environment is a human right, and calling upon States to intensify their efforts to ensure its preservation. In the Latin American and Caribbean context, the Escazú Agreement emerges as a multilateral instrument to implement Principle 10 of the Rio Declaration on Environment and Development (1992), combat climate injustice and environmental inequalities, and strengthen the Environmental Rule of Law by adopting a rights-based approach to environmental protection. This Agreement ensures that minority and vulnerable groups have effective access to environmental information, receive equal treatment, open and inclusive participation in decision-making, and access to justice in environmental matters. In Brazil, this treaty aligns the country with the 2030 Agenda for Sustainable Development and reinforces, especially in the ecological aspect, the provisions of Article 4, VII, VIII, X, and XI, of Federal Complementary Law 80/1994, which establishes as an institutional function of the Public Defender's Office the defense of the individual and collective interests of people and groups in socio-environmental vulnerable situations.
References
ABATE, Randall S. Climate change and the voiceless: protecting future generations, wildlife, and natural resources. New York: Cambridge University Press, 2020. E-book.
ALIER, Joan Martínez. O ecologismo dos pobres. Tradução: Maurício Waldman. São Paulo: Contexto, 2007.
ARNAULD, Andreas von et al. (ed.). The Cambridge handbook of new human rights. United Kingdom: Cambridge University Press, 2020. E-book.
ARTAXO, Paulo. Uma nova era geológica em nosso planeta: o Antropoceno? Revista USP, [S. l.], n. 103, p. 13-24, 2014. DOI: 10.11606/issn.2316-9036.v0i103p13-24. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/revusp/article/view/99279. Acesso em: 12 mai. 2023.
BELCHIOR, Germana Parente Neiva. Hermenêutica jurídica ambiental. São Paulo: Saraiva, 2011. E-book.
BOYD, David R. The Implicit Constitutional Right to Live in a Healthy Environment. Review of European Community & International Environmental Law, v. 20, n. 2, p. 171-179, 2011. DOI: https://doi.org/10.1111/j.1467-9388.2011.00701.x. Acesso em: 21 mai. 2023.
BRANCO, Pércio de Moraes. Breve história da Terra. Serviço Geológico do Brasil, 3 dez. 2016. Disponível em: http://www.cprm.gov.br/publique/SGB-Divulga/Canal-Escola/Breve-Historia-da-Terra-1094.html. Acesso em: 15 mai. 2023.
BRASIL. Supremo Tribunal Federal (Tribunal Pleno). ADI 6852. Defensoria Pública. Lei Complementar n.º 80/1994. Poder de Requisição. Autonomia funcional e administrativa das Defensorias. Relator: Min. Edson Fachin, 21 de fev. de 2022. Disponível em: https://redir.stf.jus.br/paginadorpub/paginador.jsp?docTP=TP&docID=759942307. Acesso em: 04 jun. 2023.
CANOTILHO, José Joaquim Gomes; LEITE, José Rubens Morato (org.). Direito constitucional ambiental brasileiro. 3. ed. São Paulo: Saraiva, 2010. E-book.
COMISSÃO ECONÔMICA PARA A AMÉRICA LATINA (CEPAL). Observatory on principle 10 in Latin America and the Caribbean. 22 abr. 2021. Disponível em: https://observatoriop10.cepal.org/en/treaty/regional-agreement-access-information-public-participation-and-justice-environmental-matters. Acesso em: 24 jun. 2023.
DIA DA SOBRECARGA: Alemanha atinge "teto de gasto ambiental". DW Brasil, Alemanha, 4 mai. 2023. Disponível em: https://p.dw.com/p/4Qtfo. Acesso em: 04 maio 2023.
DOEHRING, Karl. Teoria do estado. Tradução: Gustavo Castro Alves Araujo. Belo Horizonte: Del Rey, 2008.
EMERGÊNCIA Climática no Brasil: a necessidade de uma adaptação não-racista. Brasil em Emergência Climática, c.2023. Disponível em: https://adaptacaoantirracista.org.br/. Acesso em: 28 mai. 2023.
FENSTERSEIFER, Tiago. Direitos fundamentais e proteção do ambiente: a dimensão ecológica da dignidade humana no marco jurídico-constitucional do estado socioambiental de direito. Porto Alegre: Livraria do Advogado Editora, 2008.
FENSTERSEIFER, Tiago; SARLET, Ingo Wolfgang. Curso de direito ambiental. 4. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2023. E-book.
GERARDS, Janneke (ed.). Fundamental Rights: The European and International Dimension. United Kingdom: Cambridge University Press, 2023. E-book.
LORENZETTI, Ricardo Luis; LORENZETTI, Pablo. Direito ambiental: noções fundamentais e de direito comparado. Tradução: Fernanda Nunes Barbosa. Belo Horizonte: Fórum, 2023.
MOORE, Jason W. (org.). Antropoceno ou Capitaloceno: natureza, história e a crise do capitalismo. Tradução: Antônio Xerxenesky e Fernando Silva e Silva. São Paulo: Elefante, 2022. E-book.
ONU - ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS. Comissão Econômica das Nações Unidas para a Europa. Maastricht recommendations on promoting effective public participation in Decision-making in Environmental Matters. 2015.
Disponível em: https://unece.org/fileadmin/DAM/env/pp/Publications/2015/1514364_E_web.pdf. Acesso em: 4 jun. 2023.
ONU - ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS. Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe. Acordo Regional sobre Acesso à Informação, Participação Pública e Acesso à Justiça em Assuntos Ambientais na América Latina e no Caribe. Acordo de Escazú. 4 mar. 2018. Disponível em: http://repositorio.cepal.org/handle/11362/43611. Acesso em: 4 jun. 2023.
ONU - ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS. Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente. Environmental Rule of Law: First Global Report. 2019. Disponível em: https://wedocs.unep.org/20.500.11822/27279. Acesso em: 3 abr. 2023.
ONU - ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS. Assembleia Geral. Resolução nº. 76/300. The human right to a clean, healthy and sustainable environment. Nova York, 28 jul. 2022. Disponível em: https://digitallibrary.un.org/record/3983329?ln=en. Acesso em: 28 mai. 2023.
ONU - ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS. The Intergovernmental Panel on Climate Change. AR6 Synthesis Report Climate Change 2023. 2023. Disponível em: https://www.ipcc.ch/report/ar6/syr/. Acesso em: 15 mai. 2023.
ONU - ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS. Agenda 2030. Os objetivos de desenvolvimento sustentável no Brasil, c.2023. Disponível em: https://brasil.un.org/pt-br/sdgs. Acesso em: 13 jun. 2023.
SOARES, Andréia Azevedo. Gilles Lipovetsky: “A luta climática vem preencher o vazio das grandes ideologias”. Entrevista de Gilles Lipovetsky. Público, 25 mar. 2023. Disponível em: https://www.publico.pt/2023/03/25/azul/entrevista/gilles-lipovetsky-luta-climatica-vem-preencher-vazio-ideologias-2043428. Acesso em: 16 maio 2023.
VEIGA, José Eli da. O antropoceno e a ciência do sistema Terra. São Paulo: Editora 34, 2019.
VOIGT, Christina (ed.). Rule of law for nature: new dimensions and ideas in environmental law. Nova York: Cambridge University Press, 2013. E-book.

Downloads
Published
How to Cite
Issue
Section
License
Copyright (c) 2024 Revista da Defensoria Pública da União

This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.
A. Authors retain the copyright and grant the journal the right of first publication;
B. Authors are authorized to take additional contracts separately, for non-exclusive distribution of the version of the work published in this journal (e.g.: publishing in an institutional repository or as a book chapter), with recognition of authorship and initial publication in this journal;
C. Authors are allowed and encouraged to publish and distribute their work online (e.g.: in institutional repositories or on their personal page) at any point before or during the editorial process, since this can generate productive changes, as well as increase the impact and citation of the published work.