Do presencial ao remoto: a experiência dos colaboradores da Defensoria Pública da União em Santa Catarina
DOI:
https://doi.org/10.46901/revistadadpu.i25.p291-319Palavras-chave:
trabalho remoto, trabalho híbrido, pandemia, Covid-19Resumo
O estudo analisa a transição do trabalho presencial para o remoto na Defensoria Pública da União (DPU) em Santa Catarina durante a pandemia da Covid-19, destacando as percepções dos colaboradores. A pesquisa combinou abordagens quantitativa e qualitativa, com questionários que avaliaram aspectos como produtividade, flexibilidade e qualidade de vida. Os resultados principais indicam que grande parte dos entrevistados tem uma percepção positiva sobre o trabalho remoto, valorizando a privacidade e a proximidade com a família. Os fatores considerados positivos foram: flexibilidade de horário, economia de tempo no deslocamento, melhoria na qualidade de vida e produtividade. Os fatores negativos mais relevantes foram: isolamento social, dificuldades de comunicação, interrupções no ambiente doméstico e necessidade de disciplina. O WhatsApp foi a ferramenta mais usada, seguida do e-mail, do telefone e da videoconferência. O trabalho híbrido foi apontado como a modalidade preferida pela maioria dos entrevistados. O estudo aponta que o trabalho remoto pode ser eficaz desde que associado a uma gestão eficiente do tempo, responsabilidade e disciplina. Apesar das limitações geográficas e metodológicas, os resultados contribuem para a melhoria organizacional, a qualidade de vida e a sustentabilidade.
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