LA APLICABILIDAD DEL PRINCIPIO DE INSIGNIFICANCIA A LOS DELITOS AMBIENTALES: UN ANÁLISIS DEL HC 143.208/SC.
DOI:
https://doi.org/10.46901/revistadadpu.i24.p301-317Palabras clave:
Direito ambiental, Direito penal, Direitos Humanos, Princípio da insignificância, Meio ambienteResumen
Este artículo propone un análisis de la aplicabilidad del principio de insignificancia a los delitos ambientales, centrándose en la decisión del Habeas Corpus 143.208/SC por el Superior Tribunal de Justicia (STJ) de Brasil. El principio de insignificancia, también conocido como principio de bagatela, establece que, de manera acumulativa, las conductas de mínima ofensividad, la ausencia de peligrosidad social, el reducido grado de reprochabilidad del comportamiento y la escasa lesión jurídica causada no deben considerarse criminales, aunque sean típicas formalmente. Sin embargo, su aplicación a los delitos ambientales ha sido objeto de controversia debido a la importancia de la protección ambiental y los impactos sociales y económicos de dichas conductas. Además, para lograr este objetivo, se buscó esclarecer cómo el Estado ejerce la protección ambiental, especialmente en el ámbito penal. Posteriormente, se describió el principio de insignificancia y su desarrollo por Claus Roxin. Por último, se demostró la aplicación de este principio a los delitos ambientales. Esta investigación examinará el caso específico del Habeas Corpus 143.208/SC, analizando los argumentos presentados por las partes, la posición del STJ y sus implicaciones para la jurisprudencia.
Palabras clave: Derecho ambiental; Derecho penal; Derechos Humanos; Principio de insignificancia; Medio ambiente.
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